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STF Valida Fim do Regime Jurídico Único

Recentemente, o Supremo Tribunal Federal (STF) validou a Emenda Constitucional 19/98, uma decisão que traz mudanças significativas para o regime jurídico dos servidores públicos no Brasil. Esta emenda, parte de um conjunto de reformas administrativas, permite que os servidores sejam contratados sob o regime da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), sinalizando o fim do […]

Avanço na Saúde: STF Garante Direitos a Pessoas Trans e Travestis no SUS

O Supremo Tribunal Federal (STF) tomou uma decisão histórica em prol da comunidade LGBTQIA+, garantindo direitos fundamentais a pessoas trans e travestis no Sistema Único de Saúde (SUS). Esta decisão unânime do Plenário determina que o Ministério da Saúde deve assegurar atendimento médico a pessoas transexuais e travestis conforme suas necessidades biológicas, independentemente de sua identidade de gênero.

As principais mudanças incluem:

Acesso igualitário a todas as especialidades médicas
Adaptação dos sistemas do SUS para evitar discriminação
Atualização da Declaração de Nascido Vivo com termos mais inclusivos
Implementação nacional das mudanças
Esta decisão representa um avanço significativo na luta pelos direitos da comunidade LGBTQIA+, reafirmando os princípios constitucionais de dignidade humana, saúde e igualdade. Especialistas e ativistas celebram a medida, destacando seu potencial para melhorar a qualidade de vida das pessoas trans e travestis no Brasil.

O Ministério da Saúde agora enfrenta o desafio de implementar essas mudanças em todo o sistema, um processo que promete trazer mais inclusão e equidade ao sistema de saúde brasileiro.

Pacote antifeminicídio

A prisão domiciliar é uma medida cautelar que substitui a prisão preventiva, permitindo que o acusado ou condenado cumpra sua pena ou aguarde o andamento do processo em sua residência. Prevista nos artigos 317, 318, 318-A e 318-B do Código de Processo Penal (CPP), essa medida busca equilibrar a necessidade de restrição da liberdade com a dignidade humana e situações específicas dos presos.

Prisão domiciliar

A prisão domiciliar é uma medida cautelar que substitui a prisão preventiva, permitindo que o acusado ou condenado cumpra sua pena ou aguarde o andamento do processo em sua residência. Prevista nos artigos 317, 318, 318-A e 318-B do Código de Processo Penal (CPP), essa medida busca equilibrar a necessidade de restrição da liberdade com a dignidade humana e situações específicas dos presos.

Análise Meritória pelo Judiciário em Casos de Arquivamento de Inquérito

Segundo o STJ, o requerimento ministerial de arquivamento de inquérito ou procedimento investigatório criminal fundamentado na extinção da punibilidade ou atipicidade da conduta exige do Judiciário uma análise meritória do caso, com aptidão para formação da coisa julgada material com seu inerente efeito preclusivo, não se aplicando as disposições do art. 18 do Código de Processo Penal (Info 829)

Análise dos Julgados do STF sobre a Presunção de Inocência

A presunção de inocência é um princípio fundamental no direito penal brasileiro, assegurado pela Constituição Federal. Recentemente, o Supremo Tribunal Federal (STF) tem reforçado esse princípio através de diversas decisões. Vamos explorar alguns julgados importantes sobre o tema.

Neoconstitucionalismo parte 1

No último encontro, discutimos a primeira parte do finalismo penal, e agora continuaremos explorando essa linha. O finalismo, como sabemos, foi desenvolvido pelo renomado professor Hans Welzel, que baseou suas teses no naturalismo alemão, utilizando estruturas lógico-objetivas e conceitos de Samuel von Pufendorf e Aristóteles.

Tribunal do Júri e Soberania dos Veredictos – Tema 1.087 do STF

Essa tese reforça a importância da ponderação entre a soberania dos veredictos e o direito à revisão de decisões que possam não estar amparadas pelas provas dos autos, fortalecendo o equilíbrio entre justiça e garantias processuais no Tribunal do Júri.

Iniciativa Legislativa Concorrente e Requisição de Pequeno Valor (RPV) – Tema 1.326 do STF

O STF decidiu que não há vício de inconstitucionalidade em uma lei de iniciativa parlamentar que altera o teto para pagamento de RPVs. Essa matéria está inserida no âmbito da iniciativa legislativa concorrente, ou seja, tanto o Legislativo quanto o Executivo podem propor alterações. Isso porque a definição de limites para RPVs não possui natureza orçamentária nem se refere diretamente à organização da Administração Pública, conforme os artigos 84, XXIII e 165 da Constituição Federal.

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